Quase meia noite, os pés estão gelados, as mãos também, e cheiram a peixe. Em pleno inverno, o barracão de madeira onde a cena decorre não é confortável, mas é o que há. Meticulosamente, o trabalho de equipa avança, duas centenas vistas, outra ainda por ver. A cada indivíduo regista-se o comprimento e o peso. … Continue reading FANECAS E VAMPIROS