ROCK NA GARAGEM

Meia dúzia de mirones observavam um galaró que cantava como se estivesse ligado à corrente. A música ouvia-se bem ainda antes de entrarmos naquele espaço exíguo, mas, uma vez lá dentro, fui atropelado pelo som hiperbólico. A pequena garagem estava atulhada com instrumentos musicais, amplificadores, cartazes, e ainda nós, a parca assistência. O cantor exuberante, … Continue reading ROCK NA GARAGEM

DIA DE BANHO

A senhoria só deixava usar o chuveiro com o esquentador ligado três vezes por semana. Era um contratempo desagradável, a juntar ao bafio, à cama rangente e ao colchão velho. Por mais conveniente que a localização fosse, no número dois da rua do Almada, a escassos cinco minutos da faculdade, não fiquei naquele quarto mais … Continue reading DIA DE BANHO