Sempre que passo naquela rua, ao ver o edifício da Cruz Vermelha, a memória vem à superfície. O casacão, dois números acima do meu tamanho, não dava bom aspecto e, acima do restante, não ajudava mesmo nada a passar despercebido, um dos meus propósitos nessa altura. Para um "retornado'', era assim que nos chamavam, dar … Continue reading CRUZ VERMELHA