Esta memória podia ser sobre a de Camões, Pessoa, Aquilino ou Mia Couto, mas não, é mesmo acerca da minha: a língua. Durante a juventude, a minha língua permaneceu muito calada, algo introvertida. Mais tarde, começou a soltar-se em consequência de um crescendo de autoconfiança. Esta foi chegando pouco a pouco, sustentada nos resultados escolares. … Continue reading MORDAÇA