De repente, os céus despejaram um aguaceiro frio na desabrigada praia, obrigando os foliões a amontoarem-se como pinguins debaixo do toldo empoleirado em paus e pagaias. De prato quente pousado nos joelhos, protegidos pela toalha, colher numa mão e caneca de esmalte na outra, terminei a refeição. Os pés não cabiam debaixo do abrigo e … Continue reading A CULPA FOI DAS CEBOLAS