Sacos cheios com caveiras estiveram meses pousados no chão, a ganhar pó. Na penumbra do corredor de tecto baixo e cheiro a papéis velhos, alinhados contra a parede, os sacos esperavam um destino estranho, para não dizer de outra forma: a incineração. Um dia, peguei numa das caveiras e levei-a. Era a que estava em … Continue reading SÃO SÓ OSSOS