Toc, toc, toc, soava a bengala do octogenário quando saía da toca, um gabinete caótico a meio do longo corredor de tecto baixo. De vez em quando, metia conversa com as raparigas que estavam sentadas junto às janelas. Perguntando o que estudavam, espreitava por cima do ombro de uma delas para livros e cadernos. Ou … Continue reading O VELHO, A ROM E A POLITIQUICE