O barulho cavo e metálico, repetido interminavelmente, era uma tortura. E eu não sabia de onde provinha. Deitado num banco estreito da biblioteca, envolvido no saco-cama, dava voltas e mais voltas sem repousar. O som sem explicação não me deixava dormir, e, a bem da verdade, a improvisada cama, oscilante e desconfortável, também não ajudava. … Continue reading NI NORUEGA