O COMETA DE PARIS

Horas mortas, o céu escuro, todos os passageiros com Morfeu, e, lá fora, a luz brilhante a acompanhar-nos. Ao longo de tantos quilómetros de estrada, virada a oeste, parecia mover-se à mesma velocidade que nós, uma curiosa ilusão comum a todos os objectos distantes. A certa altura, encostei a viatura e fiz uma fotografia ao … Continue reading O COMETA DE PARIS