O HOMEM BARRIGUDO E OS “ÃES”

No breu da noite africana, ela está iluminada pela luz crua do Petromax(1) e milhentos insectos esvoaçam em seu redor formando um véu brilhante. Cabelos longos cobrindo metade do rosto, a jovem mulher dedilha ritmadamente as cordas. E canta, sentada na beira do alpendre de madeira tosca. Canta com um sorriso malandro, a condizer com … Continue reading O HOMEM BARRIGUDO E OS “ÃES”